Miguel Torga, foi o pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, nascido a 12 de Agosto de 1907 em S. Martinho de Anta, uma pequena aldeia do concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, província de Trás-os-Montes. Não cabe neste post a sua vasta obra, mas antes o seu ‘encontro’ com Macau. Foi em 1987 ano em que Torga publicou o 14º volume do Diário e gravou o disco “Oitenta Poemas”, editado pela Valentim de Carvalho, assinalando os seus oitenta anos.
Convidado a fazer uma conferência em Macau, por ocasião das celebrações do 10 de Junho, Dia de Portugal, Torga viajou até ao Oriente. A 9 de Junho proferiu no Leal Senado de Macau a conferência “Camões”. Visitou Cantão, Hong Kong, e no regresso demorou-se em Goa, para conhecer o que restava da presença portuguesa na Índia.
Como escreveu à chegada a Macau, a 6 de Junho de 1987: “Cá estou. Português até aos últimos confins de Portugal”.

Miguel Torga em Macau, capa do disco 80 Poemas, editado em 1995

Couto Viana e Miguel Torga, na altura da representação de “Mar” (peça de teatro escrita por Torga em 1941), no Teatro D. Pedro V, a 11 de Junho de 1987
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