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São 32 as novas placas sinaléticas que serão erguidas por toda a cidade para acompanhar os edifícios assinalados como património da Humanidade em Macau. Para não ofuscar os símbolos da UNESCO estas marcas foram concebidas com formas minimalistas complementando a sua envolvência e integrando-se em consonância com os locais mais visitados do território. Elaboradas pelo Instituto Cultural de Macau, a concepção, num estudo iniciado há três anos, esteve a cargo do arquitecto macaense Carlos Marreiros. (…)
As peças dividem-se em dois tipos diferentes, placas de informação dos edifícios classificados e placas de informação das praças, e serão instaladas isoladamente ao longo dos próximos dois meses. As praças  integrarão uma sinalética com o dobro da largura das existentes nos edifícios e em espaços mais abertos incluirão ainda uma terceira opção com uma vista panorâmica de toda a área. A localização das placas
de informação toma em consideração a direcção e movimento dos transeuntes com vista a facilitar a sua consulta.(…)
Excerto de artigo da autoria de António Falcão (que também o autor da fotografia) publicado na edição do jornal Hoje Macau de 1 de Julho de 2010. A falta destas placas foi um dos pontos negativos que realcei no meu regresso a Macau (quase 20 anos depois) em 2009.
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