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Recebi de Armando Cação um e-mail em que me alertou para o facto de ter colocado num post http://macauantigo.blogspot.com/2009/04/jardim-camoes-e-casa-garden.html uma imagem que não correspondia ao texto.
E assim foi. Fica feita a correcção e o agradecimento a A.C. pela chamada de atenção e pelo envio de imagens.
“A imagem daquele post retrata o Palacete da Flora e não o Jardim Camões. O edifício tem cúpula cónica e a varanda tem dois corpos avançados. No meio do jardim vêem-se umas colunas, tipo coreto, como consta na planta (ver imagem). Logo a seguir ao edifício há casas que parecem ser da antiga aldeia de Long Tin Chin, a seguir as várzeas de Mong Há, tendo à direita a antiga aldeia de Mong Há e ao fundo a fortaleza ou forte do mesmo nome, antes de parte da montanha ter sido escavada par retirar pedra para os taludes das obras de aterro do patane.”
Sobre o Palacete/Palácio da Flora – que explodiu a 11 Agosto de 1931 (e não em 1928 com tinha mencionado) – consultar os seguintes posts:
A explosão no Paiol Novo da Flora provocou 24 mortos e 50 feridos tem o edifício ficado completamente destruído. Num raio de 500 metros registaram-se também danos em edifícios. O autor do projecto foi Tomás de Aquino- o mesmo do Palácio da Praia Grande. O palacete fora propriedade do padre Victorino José de Sousa Almeida, missionário lazarista. O governo concedeu na altura 350 mil patacas para fazer face aos prejuízos.

Nas imediações ficavam a Fonte da Flora e a Fonte da Inveja (canto superior direito da imagem de cima); o quartel de artilharia (estrada da Vitória), mais tarde enfermaria, comando da PSP e comando da Brigada de Trânsito. Na imagem, uma planta de 1925 menciona o aproveitamento de águas subterrâneas.
Para mais detalhes sobre as origens do Jardim Camões consultar, entre outros, este post:
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