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Em Novembro recebi um pedido de uma leitora – a residir na Austrália – sobre o Capitão José Abellard Borges. http://macauantigo.blogspot.com/2010/11/capitao-jose-abellard-borges.html
Na altura consegui providenciar alguma informação. Agora, um outro leitor, Artur de Almeida, comentou os dois post’s sobre o tema. Apesar de estarem desde já publicados, julgo que é oportuno disponibilizá-los aqui num post autónomo. Os meus agradecimento ao Artur de Almeida.
“Gostei imenso desta súmula sobre o Capitão José Abellard Borges mas creio que lhe é devido salientar o facto de ter sido (que eu saiba) o único macaense condecorado com a Ordem de Torre e Espada – por Valor, Lealdade e Mérito – em toda a existência de Macau desde há quase 500 anos da sua História, além de também ter sido condecorado várias vezes com outras condecorações, entre as quais a Ordem Militar de Avis, por diversos bons serviços prestados à Pátria. Numa próxima oportunidade, se houver interesse no assunto, poderei prestar mais informação sobre este macaense ilustre.
(…) Fiquei muito comovido com este pedido da Maria de Fátima porque acabo de descobrir que é também minha prima, simplesmente porque também sou bisneto de José Abellard Borges, filho da Armanda e irmão da Beatriz. A minha mãe já faleceu mas a Beatriz tem apenas 54 anos de idade e está bem viva.
Quanto à minha tia Maria Pacheco Borges, há uma rectificação a fazer : quem escreveu “A Chinesinha” foi a minha tia Maria da Conceição Pacheco Borges (Conchita) e não a irmã Maria de Lourdes Pacheco Borges (Lolly). Ambas e também o tio Albino já faleceram.
Em relação ao nosso bisavô José, é bom saber que está motivada para arranjar a sua campa pois bem merece pois foi um grande e ilustre macaense que foi por diversas vezes condecorado pelo Rei de Portugal (quanto a isso, tenho muitos mais pormenores que poderei depois informar-lhe porque também me interessei pelo assunto e tive acesso aos documentos de então que provam os respectivos factos).
Aguardo com muita expectativa mais notícias suas, minha prima, que já me causou enorme emoção saber da sua existência. Mesmo sem a conhecer, permita-me que lhe dê um forte abraço de uma saudade que já paira no meu ser. Obrigado por este pequeno grande momento de felicidade!
Artur de Almeida
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