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Grande Prémio: 1965



Tendinhas de comida: 1967



Brincadeiras (circo): 1962



Dia de jogos: associação professores chineses de Macau (1963)

 

Jardim da Taipa: 1962
O título deste post é o título da exposição de 150 fotografias e preto e branco de Fong Chi Fung, um professor e fotógrafo de Macau já falecido mas cujo espólio – num total de 4 mil rolos de negativos – foi doado pela família ao Museu de Arte de Macau (MAM) que organizou a mostra.
Sobre o autor reproduzo um pequeno texto do comissário da exposição, Choi Pui Leng, que esteve recentemente patente ao público no Museu das Ofertas sobre a Transferência de Soberania de Macau.
”Fascinado pela fotografia, no início dos anos 60 do sec. XX, Fong Chi Fung tornou-se membro da Sociedade de Fotografia de Macau, aprendendo, posteriormente, a revelação, impressão e técnicas fotográficas. Dedicou-se a esta arte, fazendo da fotografia a sua companheira de vida. A maioria dos 4 mil rolos tem Macau como cenário, sendo os primeiros trabalhos do mestre basicamente realistas.
Para além das fotografias tiradas aos alunos da Workers’ Children High School (Escola Secundária dos Filhos dos Operários), onde ele próprio foi professor, a lente de Fong captou o nascer e o pôr do sol, as ruas e vielas, a baía ou os aterros entre muitos e muitos temas. Também cenas de trabalhadores, em plena e dura labuta, lhe proporcionaram uma vasta fonte de inspiração.
Fong foi professor a tempo inteiro e apenas durante os tempos livres lhe era possível dedicar-se à fotografia. No entanto ele interessou-se, também, pela fotografia artística, caracterizada pela composição harmoniosa e exigindo um alto nível de competência, criando, assim, uma nova via de criação artística, onde se sentia livre para fazer experimentação.”
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