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Alberto Magalhães Alecrim nasceu em 1932 e “atracou” em Macau em 1965, após um rol de aventuras. Esteve para ser fuzilado, foi expatriado para o Paquistão. Passou uns anos pela Índia, em Goa. Voltou a Portugal no paquete “Vera Cruz”, um dos mais emblemáticos navios da Companhia Colonial de Navegação, que faz parte da história da emigração para o Brasil e, na década de 60, do transporte de tropas de e para as ex-colónias.
Era para ir para Angola, mas o destino quis que Alberto Alecrim, adepto do Sporting, viesse para Macau, onde chegou a dirigir a Rádio. Escreveu durante anos para o semanário católico “O Clarim” e livros. Uns quantos também foram escritos sobre si. Sabe contar até três em cantonense, mas “tem de ser devagar” e, em 1999, chegou a mandar a sua “biblioteca” para a terra que o viu nascer.
Hoje celebra 79 anos de vida. Mais de metade… 46… foram passados em Macau. Parabéns!
NA: escrito a partir de diversos artigos publicados no JTM
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