ano novo chinês


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Foto acima: de Lei Iok Tin – bonecos de massa/farinha à venda na Travessa do Barbeiro/junto à San Ma Lou por altura do ano novo chinês. Hoje já não deve existir, suponho.
Fotos (em cima e em baixo) de José Neves Catela da década 1930/40
Duas ‘marcas’ das celebrações do ano novo lunar: bonecos de ‘farinha’ e mercado de flores: os pessegueiros, a soi u si, as tangerineiras anãs, os narcisos, etc. A primeira imagem é da década de 1960. A segunda é de 1930-40. As cores, não estão lá, mas adivinham-se: vermelho e dourado que simbolizam o dinheiro e a prosperidade.
E depois há os lai mengs, as visitas aos templos, os lai si (envelopes vermelhos com dinheiros que os casados aoferecem aos solteiros), a renovação da decoração lá em casa, romarias aos cemitérios, jantares em família, rebentar panchões, jogar e apostar nos casinos… acabar com as marcas do ano que termina e olhar em frente como se a vida renascesse na primeiro da nova lua do calendário chinês.
Um misto de tradição e superstição que se repete há milhares de anos.

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