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Flying an ultralight plane over the City of Macau, the photographer Wong Wai Wong beautifully compilated this aerial photo collection in the year 1991. These pictures selected over a thousand photographs were then used to make a set of postcards named “Over Macau”.
Altitude: 3000-4000 Feet. Sponsored by ICM (Instituto Cultural de Macau) Para apresentar novas vistas de Macau, o fotógrafo Wong Wai Wong sobrevoou de ultraleve, em 1991, a Cidade do Nome de Deus (Macau). A presente colecção fotográfica é fruto de uma cuidadosa selecção de mais de mil fotografias tiradas nesses voos sobre a cidade. As fotos aqui reproduzidas foram depois impressas numa colecção de postais intitulada “Por cima de Macau”.
Altitude: 3000-4000 Pés .
Com o apoio do ICM (Instituto Cultural de Macau)

 Ponte Nobre e Carvalho
 Sobrevoando o Monte da Guia: ao fundo destaca-se o Reservatório
 Rotunda Carlos da Maia ou três candeeiros…
  

 Macau, Taipa e Coloane
 Praia Grande – troço da Av. da República
 Porto Interior
 Vista sobre a península de Macau
Agradecimento especial ao Carlos Fragoso Costa com quem tive o privilégio de voar tb de ultraleve sobre Macau uns anos anos. A pista, improvisada, ficava nos ‘novos’ aterros do Porto Exterior, frente ao Hotel Presidente.

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 Desfiles nos anos 60
 
Da esq. para a dtª.: Escola Comercial (inaugurada em 1966), Campo dos Operários (comemorações do Dia da República Popular da China)  e construção do Hotel Lisboa que seria inaugurado em Fevereiro de 1970. 

O senhor Lei Iok Tin é um fotógrafo famoso de Macau e as pessoas tratam-no por “Velho Tin”, tendo dedicado ao trabalho de fotografar há mais de meio século. Embora tenha 86 anos de idade, continua a ser apaixonado pela arte fotográfica, tendo na sua posse, fotografias tiradas das grandes e pequenas paisagens de Macau, onde deixaram muitas pegadas suas. Ele é testemunha das vicissitudes desta pequena cidade. Entre 1949 e 1970, a fim de comemorar o Dia Nacional, os arcos decorativos construíam-se em algumas grandes ruas de Macau. Quando se acendiam as luzes, o grupo de representação recreativa e artística começava a actuar debaixo do arco decorativo e todos se mostravam muito animados, realçando uma elegância impressionante nas actividades realizadas no Dia Nacional. Estes arcos decorativos construídos para o Dia Nacional, eram sofisticados e imponentes e constituíam as características culturais da respectiva comemoração desta Região. Estas imagens preciosas ficaram, do modo de possível, na lente da maquina fotográfica do Velho Tin, as quais testemunharam o orgulho dos arcos decorativos do Dia Nacional celebrado em Macau e reflectiram o patriotismo dos compatriotas desta pequena cidade. 
Texto do site do Museu de Arte de Macau

Foto de Lei Iok Tin, tb conhecido por Tin Pak. 
Nasceu em 1918, em Xinhui na Província de Guangdong, tendo crescido em Macau. Aos 18 anos de idade, comecou a trabalhar como aprendiz de fotografia e completou os estudos três anos depois. Posteriormente, trabalhou para vários estúdios de Hong Kong e Macau. Durante mais de 60 anos dedicou-se à fotografia, apesar das muitas dificuldades que encontrou; desdenha a fama e a fortuna dando bastante importância ao trabalho prático. Tem sempre por objectivo divertir-se e divertir os outros com as suas fotografias.
Mais fotos – por Lei Iok Tin – de arcos comemorativos aqui 
http://macauantigo.blogspot.com/2011/02/100-anos-de-republica-na-china.html

Vista a partir da zona do Fai Tchi Kei. Década 1960. 
No “Macau Antigo” existem várias dezenas de fotografias da autoria deste senhor. A modesta homenagem só peca por tardia. Bem haja por nos ter proporcionado estes ‘instantes’ únicos. Obrigado!

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Av. Infante D. Henrique
 Campo dos Operários: ao fundo o Liceu
Jornal Ou Mun
Zona do Senado 
 Nam Kwong
 San Chong Hong
 Frente a cinema Lido
Rua Visconde Paço d’Arcos
No ano em que se celebram os 100 anos da implantação da República na China (1911) recorda-se Macau nas celebrações do dia ‘nacional’ através da objectiva de Lei Iok Tin (excepto a imagem que está depois deste texto) na década de 1960. Nestas fotografias celebra-se a proclamação da República Popular da China que ocorreu em 1949.
Ainda este mês o Instituto Português de Sinologia dedica o seu fórum anual à efeméride. Mais pormenores em breve.
Teatro Nan King (dos anos 30 ao início anos 50) 
Na imagem enquanto “Centro Recreativo Operário” (anos 60)
 na Rua 5 de Outubro/Visconde Paço d’Arcos. Foi demolido na década de 1990.

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“(…) A minha primeira viagem a Cantão foi feita num dia quente do Verão de 1937. Muito cedo, no cais do Porto Interior, o S.S. Hang Cheong, com as caldeiras a funcionar, preparava-se para partir. Os chineses mais atrasados corriam até ao cais nº 20 com malas de viagem, sacos de lona sobre os ombros ou crianças à costas. Precisamente às 8 horas, depois e uns apitos e soltas as amarras, a embarcação afastou-se do cais, partindo pleo delta do rio das Pérolas. (…) “
Leonel Barros in “Memórias do Oriente em Guerra”, APIM, 2006

Os ‘vapores’ eram os barcos que faziam a ligação a Cantão e Hong Kong e cujo cais de embarque/desembarque ficava no Porto Interior.

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Grande Prémio: 1965



Tendinhas de comida: 1967



Brincadeiras (circo): 1962



Dia de jogos: associação professores chineses de Macau (1963)

 

Jardim da Taipa: 1962
O título deste post é o título da exposição de 150 fotografias e preto e branco de Fong Chi Fung, um professor e fotógrafo de Macau já falecido mas cujo espólio – num total de 4 mil rolos de negativos – foi doado pela família ao Museu de Arte de Macau (MAM) que organizou a mostra.
Sobre o autor reproduzo um pequeno texto do comissário da exposição, Choi Pui Leng, que esteve recentemente patente ao público no Museu das Ofertas sobre a Transferência de Soberania de Macau.
”Fascinado pela fotografia, no início dos anos 60 do sec. XX, Fong Chi Fung tornou-se membro da Sociedade de Fotografia de Macau, aprendendo, posteriormente, a revelação, impressão e técnicas fotográficas. Dedicou-se a esta arte, fazendo da fotografia a sua companheira de vida. A maioria dos 4 mil rolos tem Macau como cenário, sendo os primeiros trabalhos do mestre basicamente realistas.
Para além das fotografias tiradas aos alunos da Workers’ Children High School (Escola Secundária dos Filhos dos Operários), onde ele próprio foi professor, a lente de Fong captou o nascer e o pôr do sol, as ruas e vielas, a baía ou os aterros entre muitos e muitos temas. Também cenas de trabalhadores, em plena e dura labuta, lhe proporcionaram uma vasta fonte de inspiração.
Fong foi professor a tempo inteiro e apenas durante os tempos livres lhe era possível dedicar-se à fotografia. No entanto ele interessou-se, também, pela fotografia artística, caracterizada pela composição harmoniosa e exigindo um alto nível de competência, criando, assim, uma nova via de criação artística, onde se sentia livre para fazer experimentação.”

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Duas fotografias da época em que a estátua foi inaugurada (16 Set. 1954). Ficava (e ainda lá está) frente ao então Edifício das Repartições (mais tarde Tribunal, etc…). Destaque para o que fica em redor do monumento: os aterros da Praia Grande praticamente todos por ocupar e onde por esta altura funcionava uma espécie de mini-feira popular com algumas diversões e muitas tendinhas e vendedores ambulantes. Era o espaço por excelência para os passeios ao fim de semana ou ao fim da tarde em busca da brisa marítima. Era também aqui que terminava o domingo depois da tradicional missa das 11 horas na Sé e da passagem pelas ‘novidades’ nas montras das lojas dos mouros na rua Central e na San Ma Lou.
Em cima: vista para a Guia. Em baixo: vista a partir do edifício das repartições em direcção à estátua de Ferreira do Amaral.

Mais informações:
http://macauantigo.blogspot.com/2009/04/estatua-jorge-alvares1954.html
Fotos e discurso do dia da inauguração:
http://macauantigo.blogspot.com/2009/11/estatua-de-jorge-alvares-1954.html

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