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A vida e obra de Sun Yat Sen, fundador da República na China, foram evocados em Lisboa, num colóquio organizado pelo Instituto Internacional de Macau (IIM), realizado a 22 de Junho 2011, no Palácio da Independência, sede da Sociedade Histórica da Independência de portugal, onde funciona a delegação do IIM.
Foram oradores os Professores António Vasconcelos Saldanha, catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, e Ming K. Chan, da Universidade de Stanford.
O tema do colóquio foi “Sun Yat Sen – a fundação da República na China e Macau” e as comunicações subordinaram-se aos títulos “Macau visto pelas duas Repúblicas” e ” The Luso-Macau connections in Sun Yat Sen´s modern Chinese revolution”, dando lugar a um animado debate, no final do qual foram sugeridas novas pistas para trabalhos de investigação sobre este tema, especialmente no que respeita ao papel de Macau na formação e afirmação política daquela grande figura da China moderna.
Texto e imagens do IIM

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“Da cadeirinha ao automóvel, da sampana ao jactoplanador”. A 1ª edição é de 1990. Foi reeditado pelo Instituto Internacional de Macau em 2011, numa tiragem limitada e a propósito de uma homenagem ao prof. Jorge Cavalheiro. O Prof. chegou aos 9 anos a Macau e por lá tem estado até agora altura em que regressa às origens. No entanto garante que esta partida “não é um adeus, mas um até já”.
Foto Arquivo JTM

Em Abril de 2011, com Jorge Rangel, presidente do IIM

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Uma organização conjunta entre os antigos alunos de Jorge Cavalheiro, o Instituto Internacional de Macau (IIM) e o Instituto dos Estudos Europeus de Macau (IEEM) vai promover na próxima sexta-feira, pelas 18h30, um encontro com o professor Jorge Cavalheiro. Jorge Cavalheiro, ainda docente da Universidade de Macau, vai deixar brevemente o território e em definitivo. Mas antes, os seus antigos aluno prepararam-lhe uma homenagem que passará pela reedição do livro “Da Cadeirinha ao Automóvel, da Sampana ao Jactoplanador”, publicado em 1990 numa edição dos CTT, e uma oferta de outro seu livro “Guia Histórico-Cultural de Macau”, com Celina Veiga de Oliveira, a quem compareça ao evento.
O professor, que viveu os momentos históricos de cinco décadas do território, dará uma “última aula simbólica” aos seus antigos alunos. Jorge Cavalheiro chegou criança a Macau e, no território, foi cicerone dos antigos presidentes da República Portuguesa, Mário Soares e Jorge Sampaio. Participou ainda na realização do Museu de Macau e partiu para o Japão ensinar português na Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto. Em 1999, recebeu a Medalha de Mérito Cultural, concedida pelo então governador Vasco Joaquim Rocha Vieira. Exerceu funções no Instituto Cultural de Macau e escreveu vários manuais de língua e cultura portuguesas.
Notícia do HojeMacau de 20-6-2011

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Os órgãos sociais do Instituto Internacional de Macau deliberaram atribuir, para o ano de 2011, o Prémio Identidade, ex-aequo, a “Macanese Families” e ao Projecto Memória Macaense”, ambas páginas electrónicas, criadas e mantidas respectivamente pelo Emérito Prof. Henrique d’Assumpção e Rogério da Luz.

Muitos dos participantes do último Encontro das Comunidades Macaenses tiveram oportunidade de apreciar a apresentação da página digital “Macanese Families”, feita pelo Prof. Henrique António d’Assumpção, mais conhecido por “Quito”. Encontra-se nela incluída a genealogia das famílias macaenses e bem assim informações variadas, de natureza cultural e histórica. O sistema está concebido de modo a permitir a actualização do registo das famílias macaenses, desde que a informação chegue ao administrador do projecto. Pelo alcance da iniciativa que visa perpetuar o registo e a memória de pessoas e dos legados históricos e culturais de Macau, o IIM considerou ser oportuno prestar homenagem a este projecto, em boa hora criado pelo Emérito Prof. Henrique d’Assumpção.
O outro premiado, Projecto Memória Macaenses (PMM), foi criado em 2003, e mantido desde então por Rogério dos Passos Dias da Luz, que jovem emigrara para o Brasil. Foi dos primeiros projectos, dessa natureza, a ser colocado no espaço cibernético, especialmente dedicado a Macau. Como o título sugere, trata-se de “…uma iniciativa pessoal e independente, tendo como objetivo, como o próprio nome diz, a memória macaense. Falar e mostrar imagens daquele Macau, com o qual o seu autor se identifica, pelas suas origens, formação, a vivência familiar, os tempos de escola e das amizades, e pela saudade que bate no peito e faz chorar por aqueles belos tempos que muita história, cada macaense, tem a contar. Neste ano, o IIM decidiu dar igual reconhecimento ao Projecto Memoria Macaense pela obra desenvolvida, ao longo de anos, a qual, de forma desinteressada e dedicada, serviu de instrumento para manter ligados os macaenses, disseminados pelos quatro cantos do mundo.
Em anos anteriores e desde 2003, o IIM tinha atribuído este Prémio a várias instituições designadamente a Diocese de Macau, Santa Casa da Misericórdia, Universidade de Macau, etc., pela sua contribuição para a preservação da identidade macaense.

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Com o objectivo de incentivar entre os jovens investigadores, estudantes e professores, o gosto pela investigação, especialmente em questões de interesse para a RAEM, o Instituto Internacional de Macau cria o “Prémio Jovem Investigador 2011” destinado a galardoar o melhor trabalho de investigação científica. Este ano, poderão candidatar-se investigadores ou grupos de investigação nas seguintes áreas: Economia e Gestão; e História de Macau. Um prémio monetário no valor de 25.000 $Mop será atribuído ao trabalho vencedor em cada uma das áreas. São admitidos a concurso todos os alunos, professores ou investigadores das instituições de ensino superior registadas em Macau, e quaisquer licenciados, ou graduados, com idade até 30 anos, completados até 31 de Dezembro de 2011. O regulamento poderá ser obtido na sede do IIM (Macau) ou no site www.iimacau.org.mo

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A exposição “Macau é um espectáculo” que o Instituto Internacional de macau (IIM) organizou em colaboração com a Associação Fotográfica de Macau, prossegue o seu programa de itinerância pelo Brasil. O conjunto de 51 fotografias está agora patente ao público, e até 6 de Junho próximo, na Biblioteca Nacional de Brasília.
Antes, passou por S. Paulo, Rio de Janeiro e Recife onde tem registado uma enorme adesão do público. Recorde-se que uma outra exposição, idêntica, está a também a ser mostrada em diversos locais de Portugal.

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… com o lançamento das obras “Professora Graciete Batalha”, de António Aresta, e “Meio Século em Macau”, de J. J. Monteiro. 4 Abril, às 18 h. no Instituto Internacional de Macau – Rua de Berlim, Edf. Magnificent Court, Nº240 – 2º (NAPE) 

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