museu do oriente


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O Museu do Oriente proporciona aos seus visitantes das tardes de fim-de-semana a possibilidade de complementarem a sua habitual visita guiada com um lanche. Assim, as visitas guiadas de sábado à exposição permanente Presença Portuguesa na Ásia poderão ser seguidas de lanche no restaurante do museu situado no quinto andar do edifício.A mesma possibilidade aplica-se aos visitantes que optam por fazer a visita guiada dos domingos à exposição Deuses da Ásia.
As visitas começam às 16h e prolongam-se por uma hora, realizando-se às 17h o lanche, composto de chá, leite, scone e fatia de bolo.
Preço (visita+lanche): € 7,50
Reservas pelo tel. 213 585 244 ou e-mail bilheteira@foriente.pt

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A Fundação Oriente lançou o primeiro número desta revista em Setembro de 2001, então sobre a direcção de António Alçada Baptista. Revista bilingue, português/inglês, tem sido, durante os últimos 10 anos, um importante repositório de temas e estudos sobre o Oriente. 
Na edição nº 20, na pág. 112 um artigo sobre Macau – A avifauna de Macau: uma nota sobre Aomen Jilüe / Roderich Ptak.
Uma publicação, entre outras, disponível para consulta/venda no Centro de Documentação do Museu da Fundação Oriente. http://publicacoes.foriente.pt

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13 de Abril, Dia Mundial do Livro, o Museu do Oriente organiza mais uma sessão de “Histórias de livros: entre o Ocidente e o Oriente.” Desta feita os oradores são Celina Veiga de Oliveira e Rogério Puga. É às 18h30 no Centro de Documentação. Entrada Livre.
Nesta conferência serão abordadas duas obras que incidem sobre Macau, a sua história, os seus costumes, a condição da mulher chinesa e a vida quotidiana em Macau nos séculos XVII-XX, através do olhar de personagens fictícias e reais: A Volta ao Mundo (1940), de Ferreira de Castro, e City of Broken Promises (1967), de Austin Coates. 
Os dois livros já foram alvo de post’s aqui no blog. 
http://macauantigo.blogspot.com/2009/04/ferreira-de-castro-1894-1974.html
http://macauantigo.blogspot.com/2009/06/austin-coates-1922-1997.html

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Decorre de 24 a 26 de Fevereiro a 6ª edição do Fórum Internacional de Sinologia. O tema deste ano é: “Um século de mudança e continuidade na China 1911-2011”. 
Como nas edições anteriores, este fórum seguirá uma abordagem multidisciplinar e tentará congregar um vasto leque de análises a partir de uma variedade de perspectivas.
Organização: Instituto Português de Sinologia e Museu do Oriente
Horário: 9.30 às 18.00 no auditório do Museu do Oriente
Entrada livre, sujeita a inscrição no Instituto Português de Sinologia
Informações e detalhes sobre o programa em http://www.ipsinologia.com
Sobre Macau destaco as apresentações do dia 24: “Macau e a Revolução Nacionalista Chinesa, 1905-1926”, às 11h15 e às 15h45 “Representar Macau no Écran: a narrativa fílmica de ‘Macao’, de 1952”.

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O termo “arte namban” ou “namban bijutsu”, corresponde a uma manifestação artística que decorre dos contactos estabelecidos entre os japoneses e os primeiros europeus a chegar ao Japão. Este termo foi adoptado pela historiografia nipónica no início do século XX para descrever as obras de pintura, escultura, cerâmica, mobiliário, laca, ornamentos e objectos de culto produzidos após a chegada dos portugueses ao Japão, da última metade do século XVI, ca. de 1543 com o desembarque dos portugueses em Tanegashima até à primeira metade do século XVII, 1639, data em que os portugueses foram definitivamente expulsos do território e a partir da qual qualquer tentativa de regressar foi o que aconteceu com uma embaixada enviada de Macau cujos participantes foram quase todos executados, episódio que ficou conhecido como o da Embaixada Mártir (1640).
Até dia 31 de Maio pode visitar a exposição de arte namban no Museu do Oriente.

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Título da conferência – proferida em francês por Monique Crick, directora da Fundação Baur -organizada pelo Grupo de Amigos do Museu do Oriente, dia 19 Novembro, às 18h30, na Sala Beijing. Entrada livre com os lugares disponíveis limitados à capacidade da sala.

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