século XVI


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O Centro Científico e Cultural de Macau e o Centro de História de Além-Mar apresentam no dia 14 de Abril, às 18h30, no Auditório do CCCM (rua da Junqueira, 30, Lisboa) o  livro “Mulheres em Macau: Donas Honradas, Mulheres Livres e Escravas – Séculos XVI e XVII”, da autoria de Elsa Penalva. Entrada livre.

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No dia de Santa Catarina, 25 de Novembro de há 500 anos, em 1510, teve lugar a tomada definitiva de Goa por Afonso de Albuquerque. O alerta veio de um leitor do blog que prefere manter o anonimato.
“Já se comemorou o Centenário da República, os 200 anos das Linhas de Torres… e o que é que se prepara para celebrar este feito que nos permitiu ser grandes no Índico, no comércio das especiarias, em Ceilão, em Malaca, na propagação da fé, em Ormuz, no Golfo Pérsico, na Índia, na Insulíndia, chegar e estar em Macau, comerciar com o Japão, deixar o nosso nome ligado aos lugares onde permanecemos, introduzir novos produtos e a nossa tecnologia, misturar o nosso sangue, a nossa cultura e nossa maneira de ser e de estar. Goa só com D. Nuno da Cunha, cerca de 1533, passou a ser a capital administrativa, situação que anteriormente pertencia a Cochim.”

Legenda das imagens:
Brasão de Goa que tem a roda de navalhas de Santa Catarina (que foi morta num rodízio).
A partir de 1534 todas as peças de artilharia fundidas em Goa – e penso terem sido alguns milhares- têem a roda de navalhas ou uma imagem de Santa Catarina, santa que também tem uma igreja com o seu nome em Goa.
O canhão foi fundido em Goa por Pedro Dias Bocarro, pai do ‘Bocarro’ de Macau.