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Comemorações do 28 de Maio… em 1949 na varanda do edifício do Leal Senado

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São três os volumes que a Escola Portuguesa de Macau (EPM) lançou para complementar o seu ensino, adicionando agora a História de Macau e da China ao seu programa curricular. Nos novos livros podem-se encontrar elementos da tradição secular chinesa, marca inerente na narrativa do território; a evolução da presença portuguesa, que se prolongou por mais de quatro séculos, apresentado de modo sucinto e parcelar, e todos os temas que deram luz à Região Administrativa Especial de Macau e que a mantém em efervescência no seu presente.
O projecto foi iniciado em 2006 e tem ao leme Jorge Santos Alves, académico e historiador português, que inspirou a sua criação ao orientar um seminário na Universidade de Macau sobre História do território, deixando uma semente em vários professores da EPM que desde então meteram mãos à obra e coligiram toda a informação possível para levar a bom porto todo o propósito.
Os manuais que suportam a disciplina de História nos três ciclos do ensino básico foram elaborados pelas professoras Clara Fernandes, Deolinda dos Santos e Maria Peres Machado, que com a ajuda de Pedro Xavier, subdirector da EPM, deram vida a um traçado que agora vê a luz do dia.
O esboço do projecto partiu da “necessidade de localizar o ensino da História e de transmitir aos alunos da EPM conhecimentos da História da cidade e do país onde vivem”, assim referiu Pedro Xavier na apresentação, ontem no auditório da EPM. “Era fundamental produzir um trabalho rigoroso, bibliograficamente actualizado e equilibrado, sobretudo porque se tratava de matérias sensíveis e sujeitas a interpretações”, explicou ainda.
Estes volumes que começam a fazer parte do dia-a-dia dos alunos a partir do próximo ano não constituem, como foi revelado, um manual da História de Macau e da China na verdadeira acessão do termo, mas sim um conjunto de temas que se integram no ensino da disciplina, desde o 1.º ciclo ao 9.º ano de escolaridade e que funcionam como ferramentas para uma ligação mais estreita a toda esta matéria, reportada na sua história milenar, rica de contactos ao longo dos tempos e que deram azo a uma “comunidade multicultural vibrante”.
Notícia do jornal HM de 15-12-2010

‘Excerto’ de uma foto de António Falcão

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“Mateus Ricci – Introdutor do cristianismo na China” é o título da conferência que o Padre Joião Caniço profere no dia 12 de Novembro pelas 18 horas no Museu do Oriente (piso 4). Entrada livre.
Mateus Ricci foi um sacerdote jesuíta, filósofo, cartógrafo, astrónomo e matemático. Conhecido pelo nome chinês “Lì Mǎdòu, sobressaiu pela sua actividade missionária, fundada no diálogo, na China da dinastia Ming. É considerado o introdutor do cristianismo na China. Mateus Ricci nasceu em Macerata, Itália, a 6 de Outubro de 1552 e morreu em Pequim, China, a 11 de Maio de 1610.

Museu do Oriente – Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
Terça-feira a domingo: 10.00 – 18.00 Sexta-feira: 10.00 – 22.00  Encerrado: Segunda-feira, 1 de Janeiro e 25 de Dezembro.
A Entrada do Museu situa-se na fachada virada para a Av.24 de Julho.

Autocarros: 12 – 28 – 714 – 738 – 742

Eléctricos: 15E – 18E
Comboios: Linha de Cascais (Estação de Alcântara) / Linha da Azambuja (Alcântara-Terra)
* Na estação da CP de Alcântara há passagem subterrânea para peões com saída junto ao Museu.
De carro:
– Pela Av. Infante Santo: ao fundo da Av., subir o viaduto sobre a Av. 24 de Julho e sair em frente ao Museu.
A partir da Av. 24 de Julho ou da Av. de Ceuta: subir o viaduto em direcção às Docas, contornar a rotunda e nos primeiros semáforos virar à direita e seguir as placas com indicação do Museu.
– A partir da Linha do Estoril: em Pedrouços, virar à direita para o viaduto, segue para a Av. Brasília.
GPS: X 38º 42′ 09N / Y 9º 10′ 20W
Estacionamento: parque público junto ao Museu.

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Miguel de Senna Fernandes é um dos rostos que ‘teima’ em preservar o patuá de Macau…
A lawyer by profession, Miguel de Senna Fernandes is also a playwright, director and linguist dedicated to preserving the Macanese culture. As a founding member of the amateur theatre group Dóci Papiaçám di Macau, literally ‘sweet talk’, Senna Fernandes has written a number of plays in Patuá since the group’s stage debut in 1993. Every year the group’s comedy is a highlight of the Macau Arts Festival, which is set to again dazzle audiences with its 20th staging this May.
“Patuá is a Creole language that fuses Portuguese with Chinese, Malay and other languages,” Senna Fernandes explains. “It was once stigmatised as bad Portuguese. People weren’t allowed to speak it publicly.” Today, among the 20,000 Macanese-born Portuguese in Macau and overseas, only a handful are able to communicate in this highly endangered language. “Before putting pen to paper, I had to learn my ‘mother tongue’. Patuá is a very funny language, phonetically and syntactically. it’s absolutely a language for comedy. That explains why our plays are all light-hearted, topical and, above all, humorous.”
Traditionally, only Macanese would take part in the plays, but since 2000, a chinese character has been added. “Our plays have to reflect all walks of life in Macau. it’s very narrow-minded if we exclude the role of chinese in the play. The Filipino community in Macau is growing. This year, we have an additional Filipino role to show their importance in our society.”
But how do the actors and actresses master this at-risk language so quickly during rehearsals? “Maybe it’s because we are Macanese,” says Senna Fernandes. “We’re of mixed Portuguese and chinese blood blended with strains of everything from Malay to indian. Perhaps our hybrid nature helps us grasp the essence of this hybrid language.”
Excerto de um artigo da revista da Air Macau em 2009 Texto de Chung Wah Chow e fotografia de Gary Mak

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Cartaz da Suécia – o título em francês é o original
Filmed in 1939 as “Macao, l’enfer du jeu” with Erich von Stroheim but released in 1942 as “L’enfer du jeu” without von Stroheim. His films were banned in all German-occupied countries, so Delannoy, the director, could not release the film. Instead of shelving it, all scenes with von Stroheim were reshot with Pierre Renoir. The von Stroheim version was rereleased in 1945.
Filme muito atribulado este…. rodado em 1939 mas estreado em 1942 (na Europa) e em 1950 nos EUA (Gambling Hell). Teve duas versões com dois actores diferentes pois o primeiro, Von Stroheim, estava ‘proibido’ na Alemanha de então… As suas cenas foram rodadas uma segunda vez tendo como actor Pierre Renoir. A primeira versão seria editada depois da guerra, em 1945. 
Em Portugal chamou-se “Labaredas”… talvez porque era essa a imagem do inferno… da Segunda Guerra Mundial. Foi filmado em dois estúdios de França.

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